
After:





A equipe Corinthians Motorsport apresentou nesta segunda-feira, em Interlagos, seu carro para a temporada 2010 da Copa Caixa Stock Car. O piloto Ricardo Zonta e o diretor de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg, mostraram o modelo que estará pelas pistas brasileiras.
Zonta está motivado para o início da temporada. “Representar o Corinthians é uma motivação a mais para mim esse ano. Estamos investindo bastante na estrutura da equipe, na contratação de profissionais e temos certeza de que será uma temporada muito positiva. O Corinthians também irá trazer um novo público para a Stock e acredito que temos todos a ganhar”, comentou Zonta, que correrá com o número 100.
“O carro ficou maravilhoso e tenho certeza de que a Fiel vai apoiar muito a equipe. Talvez a torcida não faça tanto barulho quanto os motores, mas pode ter certeza de que agora vão saber que tem um bando de loucos na Stock”, completou Rosenberg.

Equipe Corinthians Motorsport - Foto: Duda Bairros -

Ricardo Zonta é o Timão na Copa Caixa Stock Car - Foto: Duda Bairros

Bugatti Veyron
Clique para ampliar
Cada Bugatti Veyron, feito à mão, custa US$ 1,25 milhão (lá fora). Seu extraordinário motor W16 tem tantos cilindros e turbos quanto quatro Subaru Impreza WRX – e mais potência. O grande, malvado Bugatti acelera mais rápido que um carro da NASCAR e é mais veloz que uma máquina da Fórmula 1. Ainda assim, é dócil como um Lexus. Ele é o carro de produção em série mais rápido, mais veloz e mais caro jamais comercializado.
O Veyron é a visão de um homem – Ferdinand Piëch, ex-presidente do grupo VW no mundo – e a Bugatti não ganhará nem um centavo com toda a produção antecipada de apenas 300 carros (50 por ano, no máximo, com aproximadamente um terço deles destinados aos EUA). Sua principal missão é ser a máquina de sonhos da marca, reintroduzindo essa lendária fabricante francesa no mercado em um estilo mais do que adequado.

Bugatti Veyron
Comparações com Ferrari Enzo, Maserati MC12, Mercedes-Benz SLR e o McLaren F1 de uma década atrás são inevitáveis, mas irrelevantes. Esses carros incorporam o ethos (espírito) dos carros de corrida em exóticas máquinas de rua. O Veyron 16.4, ao contrário, foi concebido para ser o mais sensacional Gran Turismo (GT) de luxo do mundo, um carro que acaba empregando performance e tecnologia considerável de corrida para chegar lá. É uma diferença significativa.
Nós dirigimos o Veyron 16.4 e, sem dúvida, é uma experiência como nenhuma outra. Não há espaço suficiente neste site para descrever toda a sua magia tecnológica; nosso sistema de testes terá de ser ajustado a essa máquina extraordinária. Mas tivemos pelo menos um tira-gosto do carro que estará estacionado diante do Casino, em Monte Carlo, que cortará as autobahns e estrelará na grama do Pebble Beach Concour d’Elegance (leia mais sobre esse evento aqui) daqui a 50 anos.
Enquanto piloto o 16.4 através de um dos túneis da Sicília, na Itália, com 1,6 km de comprimento e o velocímetro bate nos 280 km/h, eu entendo qual é a sensação de uma bala de ponta oca viajando pelo cano longo de uma Magnum .44. Forças potentes me empurram para a frente, as luzes do túnel se tornam borrões e o rumor de subwoofer do W16 é maximizado pelas paredes de pedra. Aquele pontinho branco ali adiante representa o fim do cano e sair dele para a luz do dia produz a mesma descarga de luz que um tiro.

Bugatti Veyron
Clique para ampliar
Espremer o pedal do acelerador traz uma resposta controlada de mil (e um!) cv que precisa ser sentida para ser digna de crédito. Os quatro turbos e o sistema de gerenciamento do motor entregam potência na medida em que os pneus a agüentam e a gravidade empurra todos os órgãos internos para um mesmo lugar. Você desacelera a meros 100 km/h ou algo parecido apenas para poder acelerar de novo e fazer tudo outra vez.
Mesmo assim, por toda a sua força bruta, há refinamento, sofisticação, suavidade. A condução é firme, mas mais flexível que a de qualquer outro superesportivo. Pegue uma pista irregular e não se ouve nenhum ruído mais seco, evidente em veículos de suspensão dura e uso intensivo de fibra de carbono. Barulhos de vento são admiravelmente baixos, ainda que o rumor produzido pelos pneus Michelin PAX feitos sob encomenda para o Veyron dependa do tipo de piso e condição.
A direção bem calibrada responde rapidamente em baixas velocidades, mas mesmo quando almeja o infinito o Veyron se mantém sobre trilhos, em frente e avante. Há gerenciamento aerodinâmico quando o carro está em ação: painéis difusores móveis na dianteira, altura da suspensão ajustável conforme a velocidade, extratores de ar traseiros e um aerofólio traseiro que não está de brincadeira. Esses são itens obrigatórios para um carro que chega a 320 km/h com facilidade. Apesar de não ser permitido dirigir a mais de 400 km/h em estradas, a estabilidade do Bugatti em altas velocidades – um problema recorrente no início do desenvolvimento do carro – é impecável a velocidades sãs e até a insanas.
O motor W16 de 8 litros é diferente de qualquer coisa que já tenha impulsionado um automóvel. Seu deslocamento cúbico e o quarteto de turbos bem gerenciado garantem que ele tenha potência em qualquer ponto da escala de rotação. Apesar dos números superlativos, ele não é um motor de rotações absurdas, como o V12 do Ferrari Enzo ou do McLaren F1. Ele ronca mais como um pequeno terremoto, cujos pontos na escala Richter podem ser controlados pelo pé direito. Ele começa com um zumbido, mantém a marcha-lenta como um Rolex e despeja potência suficiente para pregar sua espinha ao banco.
Tão impressionante quanto o motor é a transmissão do Veyron. A caixa de marchas com duas embreagens do grupo Volkswagen, de trocas seqüenciais (Audi TT, VR6 e A3), foi superdimensionada para suportar essa montanha de potência e recebeu sete marchas para conseguir a proeza. As trocas são instantâneas, sem hesitações ou demoras comuns em outras caixas de embreagem automatizada. Reduções de marcha são igualmente excepcionais, acompanhadas pelo característico aumento de rotações do motor. A Ferrari já quer comprar o projeto.
A cabine é recheada de materiais de boa aparência/toque/cheiro. Todas as coisas que parecem ser de alumínio com acabamento de cetim realmente são e o único opcional sem custo para o consumidor é a escolha de bancos “Comfort” ou “Sport”. Nós preferimos o último. Se há um ponto fraco é a visibilidade. Há um ponto cego do lado direito e a localização do vidro esquerdo não é a ideal. A tela de navegação é embutida no retrovisor interno – posição boa para a linha de visão – mas muito pequena. E o porta-malas dianteiro é do tamanho de uma caixa de sapatos, mas tem espaço suficiente para levar o vestido de coquetel de sua acompanhante, além de uma garrafa de champanhe Cristal.

Bugatti Veyron
Clique para ampliar
A Bugatti cumpriu cada uma das promessas que fez para o Veyron. Ele atende todos os critérios estabelecidos por Piëch quando ele foi anunciado e o faz com autoridade. Luxuoso, elegante, marcante, exclusivo, loucamente caro e enlouquecedoramente rápido, o Veyron estabelece um novo patamar para os veículos Grand Touring.
Fonte: www.webmotors.com.br
A Bugatti confirmou que pretente lançar até 2013, o exclusivo modelo superluxuoso Galibier 16C. O carro milionário, apresentado como conceito no Salão de Frankfurt, terá preço em torno de US$ 1.4 milhão, o que equivale atualmente a R$ 2.5 milhões.
Para impulsionar o Galibier 16C, a marca deve utilizar o mesmo propulsor apresentado junto com o carro conceito, ou seja, um motor W16 de 8.0 litros que entregará comportados 800 cavalos de potência. Mesmo com a cavalaria mais calma em relação ao Veyron, o Galibier já pode ser considerado como o sedan mais rápido do mundo.
A versão de produção do Bugatti Galibier deve ser apresentado oficialmente no Salão de Detroit, em janeiro de 2010

A explicação é inusitada e se chama Twindoor. A traseira, muito embora lembre a de um três-volumes, tem porta de abertura hatch que pode ser aberta pela metade, como se fosse o mais tradicional dos sedãs de três volumes. Ainda que tenha adotado essa inédita solução que quase faz do Superb um "crossover", a marca tcheca preferiu traços comedidos para seu produto mais sofisticado, só experimentando formas mais criativas no capô, faróis e lanternas desnivelados.
Dependendo da configuração do banco traseiro, há espaço de 565 a 1670 litros de bagagem. Até nove airbags protegem os ocupantes. Tração 4X4, farós bi-xenon, sistema de navegação e assistência para estacionar o carro automaticamente estão entre os opcionais. O acabamento interno em duas cores inspira sofisticação. Há motores a gasolina de 1.4 litros e 123 cv, 1.8 litros e 158 cv e V6 de 3.6 litros e 256 cv. Para quem prefere motores turbodiesel, a Skoda oferece os de 1.9 litros e 103 cv, 2.0 litros de 138 ou 167 cv. Câmbios manuais e automáticos fazem parte do catálogo.
Sob comando da Volkswagen, a marca tcheca não brinca no seu papel de complementar os produtos alemães da empresa. E ainda assim não se acanha na hora de desafiar conceitos de estilo em seu produto topo de linha, algo que não se vê há tempos na maioria dos fabricantes europeus, mesmo os mais arrojados. Prova disso é a Citroën, que até preferiu adotar no seu novo sedã C5 os mais tradicionais três volumes que quase sempre evitou.

O nome Skoda não poderia saltar para fora deste lado do Atlântico, mas na costa opostos, o checo automobilística é conhecida por uma história rica em comício corrida que vai voltar mais de cem anos para as raízes do desporto motorizado. Volkswagen da aquisição da marca em 1991 significou que Skoda tinha mais financiamento para competir adequadamente no World Rally Championship contra o bem-financiado obras equipas como Subaru e Mitsubishi, Skoda, mas acabou puxando para fora em 2005, em favor do orçamento-mais amigável produção - Automóvel à base de Super 2000 fórmula (Nota: PDF link). A fórmula apela para um 2-litros, normalmente, não aspirava motor com mais de 280 cavalos de condução todas as quatro rodas através de uma padronização de seis velocidades sequencial caixa eletrônico sem gizmos.
Com esse tipo de rally-impulsionada foco, não é admirar que Skoda mostrou uma corrida conceito versão do seu novo modelo Fabia paralelamente à produção do ano passado em Genebra show. Agora, quase um ano depois, Skoda já percorreu um longo caminho no desenvolvimento do novo carro. Suficientemente longe, mesmo assim, a dar-nos algumas boca-abeberamento novas imagens do carro, o que é algo como o lovechild de um MINI JCW e um Ferrari 575 GTC Evoluzione. Pretty badass, qualquer maneira você cortá-la, mas não levam a nossa palavra para ela ... Confira as imagens na galeria abaixo (e à conferência de imprensa após o salto), e julgar por si próprio.

Agora nos Estados Unidos, durante o Salão de Detroit, a Audi apresenta a terceira versão do conceito e-tron, desde vez batizada com o sobrenome Detroit Concept. A cada conceito apresentado o modelo se torna mais realista, e desta vez perdeu comprimento, ficando com apenas 3,93 melhor, mas mantendo a largura e altura.
Isso deu ao coupé elétrico um visual mais musculoso e agressivo, tornando ele mais parecido com o TT do que com o R8, como nos outros dois conceitos. O peso é de 1350 kg, com 60% para as rodas traseiras, que recebem também os 204 cavalos de potência dos dois motores elétricos.

Apresentação do Audi e-tron no Salão de Frankfurt
Uma das atrações do estande da Audi no Salão de Frankfurt é o e-tron Concept, um super-esportivo elétrico com estilo muito similar ao R8. Já surgiram as imagens da apresentação oficial do modelo, direto de Frankfurt.
O visual lembra muito o Audi R8, porém com estilo mais futurista e limpo, com destaque para o conjunto ótico dianteiro e traseiro. Vale destacar a grade com filetes pequenos, assim como as rodas, um tanto incomuns. Os faróis e as lanternas são de LEDs.
Tal como o McLaren F1, não é um carro "espectacular" - este McLaren MP4-12C foca a eficácia. Para isso o motor V8 3.8l Biturbo com 600 cavalos esta na posição central traseira.
O chassis é em carbono, mais leve e rigida que o alumionio usado pelos seus rivais - o Ferrari 458 Italia, Lamborghini Gallardo, o Porsche 911 Turbo e o Mercedes SLS.
Para ajudar a travar, o McLaren MP4-12C tem o mesmo travão aerodinamico que vimos no Mercedes SLR.









